O lugar primeiro
Antes da programação existe o espaço. Visitamo-lo, percebemos a sua história, limitações, possibilidades e relação com o território.
O lugar não é cenário.
É parte da história.
Há lugares por onde
passamos sem parar.
Lugares que conhecemos pelo nome, pela função que tiveram ou simplesmente pela paisagem. Outros ficaram fechados, esquecidos ou à margem dos percursos habituais.
O IMPROVÁVEL começa aí. Escutamos a sua história, a arquitetura, a memória, a relação com quem vive à volta. Depois juntamos música, pessoas e uma razão para voltar a olhar.
“Nunca pensei
estar aqui assim.”
Há lugares por onde passamos sem parar.
Lugares que conhecemos pelo nome, pela função que tiveram ou simplesmente pela paisagem.
Outros ficaram fechados, esquecidos ou à margem dos percursos habituais.
O IMPROVÁVEL começa aí.
Não ocupamos lugares.
Revelamo-los.
Escutamos a sua história, a arquitetura, a memória, a relação com quem vive à volta.
Depois juntamos música, pessoas e uma razão para voltar a olhar.
Cada encontro é temporário.
Cada experiência pertence ao lugar onde acontece.
Não existe para ser transportada, igual, para outro sítio.
Porque um cais não é apenas um cais.
Uma fábrica não é apenas uma fábrica.
Um mercado, uma fortaleza ou um antigo matadouro podem voltar a ser vistos de outra forma.
O IMPROVÁVEL procura esse instante:
quando alguém entra num lugar conhecido e pensa
“Nunca pensei estar aqui assim.”
É cultura onde não se espera.
É descoberta.
É encontro.
É um lugar a ganhar uma nova leitura sem perder aquilo que já era.
O lugar não é cenário. É parte da história.
Não partimos de um formato para procurar um espaço. Partimos do lugar para descobrir o que pode acontecer ali.
Antes da programação existe o espaço. Visitamo-lo, percebemos a sua história, limitações, possibilidades e relação com o território.
A música, o horário, a escala e a forma de ocupar o espaço são desenhados a partir desse lugar.
A intervenção respeita a arquitetura, a memória e a identidade existente. Cada encontro termina. O lugar permanece.
Experiências suficientemente pequenas para manter proximidade e suficientemente fortes para criar memória.
Uma razão para descobrir, regressar e estabelecer uma nova relação com o lugar.
Os Sunsets Improváveis podem ser um dos formatos.
O IMPROVÁVEL é a ideia maior.
Cada capítulo terá a sua história.
Os lugares e as datas serão apresentados quando confirmados.
O evento acrescenta uma leitura ao lugar.
O lugar justifica o evento.
Deve existir uma razão para estar ali.
Um projeto desenvolvido pela Powerhouse.
O IMPROVÁVEL reúne cultura, pessoas e território. A Powerhouse desenvolve o projeto e dá forma a cada experiência a partir da identidade do lugar.
Conhecer a PowerhouseEste site apresenta o projeto IMPROVÁVEL, desenvolvido pela Powerhouse. Contacto: geral.powerhouse@gmail.com.
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